
A suspensão do aumento de até 70% para o alto escalão da política em Petrópolis marcou uma disputa importante sobre prioridade pública, transparência e respeito ao povo. A atuação de Júlia ajudou a pressionar contra uma medida que beneficiava quem já está no topo da estrutura política, em vez de fortalecer serviços essenciais. Em um município com problemas graves no transporte, na saúde, na educação, na prevenção de desastres e no custo de vida, não é aceitável que o dinheiro público seja tratado como instrumento de privilégio. A política precisa servir ao povo, não se organizar para proteger os de cima.


