
Um estudo apresentado por Júlia Casamasso e pelo SEPE mostrou que a contratação direta de trabalhadores da Educação pode gerar economia de aproximadamente R$ 40 milhões, ao mesmo tempo em que abre caminho para salários maiores e melhores condições de trabalho. A proposta enfrenta a lógica da terceirização, que muitas vezes encarece o serviço, precariza trabalhadores e reduz a responsabilidade direta do poder público. A defesa da contratação direta não é apenas uma discussão administrativa. É uma disputa sobre o papel do Estado, a valorização dos trabalhadores e a qualidade da escola pública. Quando o município substitui contratos caros por política pública estruturada, o dinheiro pode voltar para quem sustenta o serviço todos os dias.


