
A representação apresentada por Júlia Casamasso e Yuri Moura levou o Tribunal de Contas a cobrar explicações da Prefeitura sobre possíveis irregularidades no reajuste da tarifa de ônibus. A medida reforça uma linha de atuação permanente: fiscalizar contratos, questionar planilhas, enfrentar reajustes sem transparência e defender o transporte como direito. Em Petrópolis, a crise do transporte não pode ser tratada como problema técnico isolado. Ela envolve tarifa, subsídio, frota, viagens não realizadas, falhas mecânicas, fiscalização pública e dependência de empresas privadas. Por isso, cada representação, cada cobrança e cada investigação ajudam a ampliar o controle público sobre um serviço essencial para o povo trabalhador.


